Sócio

Thiago Sombra

Thiago Sombra
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Experiência

Thiago Luís Sombra atua na interseção entre direito, tecnologia e regulação, com destaque em anticorrupção, investigações e proteção de dados. Sua experiência inclui investigações conduzidas por autoridades nacionais e estrangeiras, casos complexos e temas estratégicos também envolvendo infraestrutura, licitações, concessões e contratos administrativos. Diretórios como Legal 500 e Chambers o descrevem como um advogado focado na definição de estratégia, presente em grandes casos internacionais, especialmente com clientes asiáticos e europeus.

 

Doutor em Direito, Tecnologia e Regulação pela Universidade de Brasília e London School of Economics, Thiago é pós-doutor em Anticorrupção pela Universidade de São Paulo e mestre pela PUC-SP e Università di Camerino. Foi aprovado em concurso público para Professor de Direito da Universidade de Brasília, bem como participa em conselhos editoriais de instituições como GV, STF e USP. É autor de três livros e diversos artigos publicados no Brasil e no exterior.

 

No setor público, foi Procurador do Estado de São Paulo por mais de dez anos e assessor no STJ, atuando em casos relevantes no STF e STJ. Recebeu o prêmio “Estado em Juízo” por atuação perante o STF que gerou economia bilionária aos cofres públicos. Contribuiu para a elaboração da LGPD e integrou a Comissão de Juristas do Congresso responsável pelo projeto de lei de IA no Brasil.

Formação

Bacharelado em Direito – Centro Universitário de Brasília;

Mestrado em Direito Privado – Pontifícia Universidade Católica (PUC-SP) e Università degli Studi di Camerino (Itália);

Doutorado em Direito, Tecnologia e Regulação – Universidade de Brasília (UnB) e London School of Economics (LSE);

Pós-Doutor em Anticorrupção – Universidade de São Paulo (USP);

Leadership Executive Program – Singularity University.

Reconhecimentos

Chambers Brazil – Technology (2019 – 2025), Data Protection (2021 – 2025), Public Law (2022 – 2025) e Compliance (2026);

Chambers Global – Public Law (2026);

Latin Lawyer 250 – Anti-corruption & Compliance (2019 – 2026), Administrative Law (2018 – 2026), Data, Technology and Privacy Law (2019 – 2026) e Telecoms & Media (2023 – 2026);

Legal 500 – TMT: Cybersecurity & Data privacy: Next Generation Partner (2020 – 2024), Leading Partners (2025 – 2026) Brasília: Public Law and Regulation: Next Generation Partner (2024) Leading Partner (2025 – 2026) e Public Law: Next Generation Partner (2024), Leading Partners (2025 – 2026);

Análise Advocacia – Regulatório (2018 – 2019, 2022 – 2024), Compliance (2019 – 2026), Digital (2018 – 2026), Tecnologia (2020 – 2026) e Distrito Federal (2018 – 2026);

Global Data Review – 40 under 40 (2018, 2020);

Global Investigations Review – 40 under 40 (2020);

Lexology Index Brazil – Administrative Litigation (2018 – 2026), Data (2018 – 2026) e Thought Leaders Brazil: Data (2020 – 2025) Business Crime Defence (2024 – 2025);

Lexology Index Global – Thought Leader: Data Security (2023 – 2026), Thought Leader: Information Technology (2021, 2023 – 2026), Telecoms & Media (2023 – 2026), Investigations (2023 – 2026), Thought Leaders Global Elite: Data Privacy e Protection (2020 – 2026).

Único. Portal de Notícias do Mattos Filho.

Publicações de autoria

Mattos Filho na mídia

Com Thiago Sombra
Lex Legal

ARTIGO: Reconhecimento facial em estádios e a experiência regulatória brasileira

Ainda que a Copa do Mundo de 2026 seja realizada fora do território brasileiro, a experiência regulatória nacional em torno do reconhecimento facial em estádios oferece lições relevantes para empresas e operadores que atuam nesse ecossistema, como a Copa do Mundo Feminina de 2027.

Clique aqui e acesse o artigo publicado no Lex Legal.

Migalhas

ARTIGO: Riscos ao sigilo profissional no uso de ferramentas de anotação com inteligência artificial

O presente artigo reflete o recente julgamento do caso United States v. Heppner, no qual o juiz Rakoff, do Distrito Sul de Nova York, decidiu que documentos descrevendo estratégia jurídica, criados por um réu utilizando ferramentas de IA – inteligência artificial, e compartilhados com seus advogados, não estavam protegidos pelo sigilo profissional entre advogado e cliente nem pela doutrina do produto do trabalho advocatício (work product doctrine). O tema ainda não encontra precedentes no Brasil, porém o entendimento externado na referida decisão merece uma análise sob o prisma de Direito Comparado. Embora essa decisão tenha recebido ampla atenção – e, por vezes, críticas -, ela aplicou princípios tradicionais: IA não é um advogado, o cliente não o consultou por orientação de seu advogado, e a política de privacidade não conferia ao cliente qualquer expectativa razoável de confidencialidade.

Clique aqui e acesse o artigo publicado no Migalhas.

 

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