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Paulo Camargo Tedesco
Areas of expertise
Experience
Paulo practices in judicial litigation matters related to federal, state and municipal taxes, as well as social security and customs disputes. He has extensive experience in assisting with procedural issues in administrative matters, issuing tax compliance certificates, and other tax-related disputes.
Paulo is the vice-chairman of the legal committee of the British Chamber of Commerce and Industry in Brazil (Britcham), and has authored numerous publications on tax law and civil procedural law.
Education
Bachelor of Laws – Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC);
Degree in Accounting – Universidade do Sul de Santa Catarina (Unisul);
Specialization in Tax Law – Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP);
Master’s Degree in Tax Law – Universidade de São Paulo (USP).
Recognitions
Chambers Brazil – Tax: Litigation (2023 – 2026) and Social Security (2024 – 2025)
Chambers Global – Tax: Litigation (2024 – 2026)
Latin Lawyer 250 – Tax (2024 – 2026)
Legal 500 – Tax (2017 – 2019)
Análise Advocacia – Tax (2017 – 2024); Banks (2020); Insurance (2023 – 2024) and São Paulo (2016 – 2024)
International Tax Review – Tax Controversy (2016 – 2024)
Lexology Index Brazil – Corporate Tax (2018 – 2025)
Lexology Index Global – Corporate Tax (2018 – 2023)
Special Tax Regularization Program bill sent to the House of Representatives
Subjects:
Tax settlement: a possibility
Subjects:
Brazil’s Supreme Court set to decide CIDE levy on foreign remittance
Subjects:
Tax judgement of the century
Subjects:
COVID-19: Changes in Brazilian tax law and their impacts on businesses
Subjects:
DEAL: Advent invests in Brazil’s Natura
Mattos Filho has helped the Brazilian branch of US private equity group Advent acquire a minority stake in cosmetics giant Natura.
Spinelli Advogados assisted Natura and its founding shareholders.
The deal was signed on 30 March for an undisclosed amount.
Click here to acess the deal published at Latin Lawyer.
Areas of expertise
Cresce demanda por planejamento jurídico
Com o caixa apertado devido ao cenário econômico, companhias contratam consultoria jurídica para evitar processos trabalhistas e autuações do fisco
São Paulo – Cada vez mais escritórios de advocacia têm sido contratados para ajudar empresas a cortar custos com ações judiciais, que geram um passivo do qual muitos empresários não podem se dar o luxo de manter em tempos de receita menor e caixa apertado.
O sócio da área tributária do escritório Mattos Filho, Paulo Tedesco, diz que a crise econômica cria um movimento relevante principalmente na parte de contencioso. Segundo ele, há muitos casos de valores cobrados a maior dos contribuintes, o que gera diversas ações judiciais. “Por causa da situação negativa nas contas públicas, as fazendas têm tido uma postura mais agressiva e fazem leis que dão margem a litígio porque o poder público precisa de mais dinheiro”, acrescenta o advogado.
Com a máquina pública dedicada a arrecadar, as firmas acabam precisando de bons planejadores tributários para não pagar além do que é justo e de acordo com a lei. No entanto, a outra ponta, que é a situação de inadimplência com o fisco também é perigosa. Tedesco explica que por falta de conhecimento muitos acabam deixando de fazer alguns pagamentos e sofrem com autuações. “A legislação tributária brasileira é muito vasta e o Brasil exige declarações fiscais em uma proporção muito maior que outros países. Isso causa problemas especialmente para as pequenas empresas”, destaca ele.
Questionamento
O sócio-fundador da Roncato Advogados, Pedro Roncato, especializou-se nesse tipo de atendimento a empresas. Na visão dele, as firmas têm que se manterem atentas com a gestão desses problemas para não quebrarem, uma vez que o cenário macroeconômico é extremamente desafiador. “O empresário não pode deixar o problema se agravar. Ao primeiro sinal de complicação, a dica é procurar uma orientação jurídica”, recomenda ele.
Para Roncato, muitos empresários não contam com um profissional ou uma equipe com conhecimento jurídico para, por exemplo, ajudá-los a não ficarem inadimplentes em alguns impostos. “A melhor prevenção que podemos oferecer é não deixar a empresa ficar atrasada com as suas contribuições”, explica.
E não é só no setor tributário que as companhias podem reduzir gastos com problemas judiciais. Roncato conta que há muito a ser cortado também em casos trabalhistas. “Há ações pequenas em que a empresa paga um advogado todo mês para representá-la sendo que é possível se livrar delas por bem menos fazendo um acordo”, explica.
Essa forma de resolução de conflitos, na opinão do especialista, torna-se mais fácil justamente em tempos em que a economia não anda tão bem. “Com um número maior de desempregados, as pessoas estão mais abertas a acordos”.
De acordo com Rocanto, o trabalho desenvolvido com as empresas passa também por identificar problemas reincidentes na Justiça, para ajudar a firma a se planejar melhor.
Areas of expertise
Sorteio da obra “Os impactos do novo CPC no Processo Judicial Tributário”
Sorteio da obra “Os impactos do novo CPC no Processo Judicial Tributário”
A obra tem como finalidade compilar as principais mudanças propostas pelo novo CPC.
Da redação
Com a coordenação dos advogados do escritório Mattos Filho, Veiga Filho, Marrey Jr. e Quiroga Advogados, Gabriela Silva de Lemos e Paulo Camargo Tedesco, a obra “Os impactos do novo CPC no Processo Judicial Tributário” (Impressão Régia – 269p.), tem como finalidade compilar as principais modificações introduzidas no âmbito Contencioso Judicial Tributário.
Também aponta os principais desafios que seguramente serão enfrentados pelos advogados, pelos contribuintes, e pelo próprio poder judiciário com o novo CPC.
Leva o leitor a conhecer a nova ordem processual civil, em especial os princípios mais fundamentais adotados pelo legislador como norteadores das condutas que deverão ser observadas pelos sujeitos das relação processual civil.
A obra inclui a analise de relevantes temas, como impactos do novo CPC no Direito Tributário, uniformização de jurisprudência e procedimentos nos tribunais superiores, que demonstram a ampla visão do conteúdo estudado.
Os autores tem a responsabilidade de questionar e investigar os novos institutos, bem como as alterações no regramento daqueles já conhecidos.
Sobre os coordenadores :
Gabriela Silva de Lemos é sócia do escritório Mattos Filho, Veiga Filho, Marrey Jr. e Quiroga Advogados. É bacharel em Direito pela PUC/SP. Especializada em Direito Tributário pela PUC/SP em Direito da Economia e da Empresa pela FGV. Atua na prática de Tributário, com ênfase em litígios judiciais relacionados a tributos federais, estaduais, municipais, bem como controvérsias de natureza aduaneira e previdenciária.
Paulo Camargo Tedesco é sócio do escritório Mattos Filho, Veiga Filho, Marrey Jr. e Quiroga Advogados. Bacharel em Direito pela UFSC. Graduado em Ciências Contábeis pela UNISUL. Especializado em Direito Tributário, pela PUC/SP. E mestre em Direito Tributário pela USP. Atua com litígios judiciais relacionados a tributos federais, estaduais, municipais, bem como controvérsias previdenciárias e de natureza aduaneira.
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