Our professionals

Our professionals

Partner

Pedro Whitaker de Souza Dias

Pedro Whitaker de Souza Dias
+55 11 3147 7782 pdias@mattosfilho.com.br São Paulo – Paulista

Areas of expertise

Experience

A specialist in M&A, Pedro represents domestic and foreign clients in matters related to healthcare, agribusiness, private equity and inbound investments. He also advises state-owned companies on regulatory and compliance matters.

 

Pedro is a former president of the Brazilian Bar Association’s Agribusiness Committee, a role he held from 2013 to 2015. Currently, he is an adjunct professor of corporate law at the Instituto de Ensino e Pesquisa (Insper).

Education

Bachelor of Laws – Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP)

Master of Laws (LL.M.) – University of Pennsylvania, USA

Recognitions

Análise Advocacia 500 – Corporate (2020) and São Paulo (2020)

Chambers Global – Corporate/M&A (2012-2021)

Chambers Latin America – Corporate/M&A: The Elite (2013-2021)

Euromoney Expert Guides – Private Equity (2016)

IFLR 1000 – Notable Practitioner (2017-2021)

LACCA Approved – Corporate/M&A (2017-2021)

Latin Lawyer 250 – Corporate and M&A (2020-2021)

The Legal 500 – Dispute Resolution (2014) and Corporate/M&A (2014-2019)

Who’s Who Legal Brazil – M&A; Private Funds (2016-2020)

Who’s Who Legal Global – M&A and Governance: M&A (2020)

Mattos Filho in the media

With Pedro Whitaker de Souza Dias
Latin Lawyer

Five firms steer US$1.1 billion StoneCo-Linx merger

Davis Polk & Wardwell LLP in New York and Brazilian law firms Mattos Filho, Veiga Filho, Marrey Jr e Quiroga Advogados and Spinelli Advogados have helped payment processor StoneCo merge one of its Brazilian units with local retail software company Linx, in a deal worth 6 billion reais (US$1.1 billion).

Click here and learn more.

Areas of expertise

O Estado de S. Paulo

Cresce procura de grupos estrangeiros por empresas brasileiras do agronegócio

Cresce procura de grupos estrangeiros por empresas brasileiras do agronegócio​

Valorização do dólar, que c​hega a quase 60% em um ano, é principal motivador 

Da redação

O maior interesse em investir no agronegócio no Brasil fez crescer a procura por escritórios de advocacia. Esse movimento tem sido especialmente observado entre investidores estrangeiros, interessados em operações de fusão ou aquisição de empresas brasileiras, sobretudo no segmento de fertilizantes. “O agronegócio é um dos poucos setores que nos últimos anos efetivamente tem dado muito certo no Brasil. Tem havido maior procura sim”, disse ao Broadcast Agro, serviço de informações da Agência Estado, Alexei Bonamim, sócio na área de mercados de capitais da Tozzini Freire Advogados. Nos últimos oito meses, o escritório vem assessorando cerca de 15 empresas e fundos de investimento que buscam companhias de todo o setor para operações de fusão e aquisição. A procura, de acordo com Bonamim, foi significativamente maior neste período que no ano anterior. 

Os escritórios Pinheiro Neto Advogados e Mattos Filho têm a mesma percepção. O primeiro trabalha neste momento com duas operações envolvendo misturadoras de fertilizantes e grupos estrangeiros. Já o sócio do Mattos Filho, Pedro Whitaker de Souza Dias, disse que o escritório recebeu, entre julho do ano passado e a primeira quinzena de 2016, um número maior de demandas tanto de empresas de fora do País interessadas em comprar como de brasileiras propensas a vender ou se unir a outras. O maior interesse dos estrangeiros, segundo Dias, tem sido por unidades de fertilizantes. ​​

“Somos procurados pelos dois lados. Tem sido comum nos depararmos com nomes de empresas totalmente desconhecidas de fronteiras agrícolas, tanto produtoras como distribuidoras de adubo, com uma atratividade grande”, afirmou Dias. Caso transações em curso no escritório avancem, devem ser finalizadas ainda no primeiro semestre deste ano, estimou o sócio da Mattos Filho

Uma das principais razões para o maior apetite de grupos e fundos estrangeiros por empresas do agronegócio é a firme valorização do dólar ante o real no último ano (59,9% até hoje). Apenas em janeiro, a moeda norte­americana acumula alta de 5% ante a brasileira. Neste cenário, ativos brasileiros do agronegócio, cotados em real, se tornaram bem mais baratos para os estrangeiros, que pagam em dólar. Além disso, o agronegócio já era visto como oportunidade mesmo quando o real não estava tão desvalorizado. 

​​Em contrapartida, o enfraquecimento de alguns pilares econômicos do País, dentre os quais a moeda real, os juros mais altos e o aumento da inflação acabam por atingir algumas empresas do setor mais endividadas e que, no ano passado, encontraram dificuldades para acessar crédito nos bancos, lembrou Bonamim. O sócio da área empresarial da Pinheiro Neto Advogados, Fernando Meira, considera ainda que algumas delas, como revendas e distribuidoras de insumos, viram seus débitos atrelados ao dólar aumentarem junto com a valorização da moeda. 

Quem está vindo às compras não são os investidores tradicionais, segundo as fontes ouvidas. “Muitos clientes acreditam que não é o momento de investir no Brasil. Os americanos não estão vindo. Quem tem manifestado interesse em colocar recursos aqui são os europeus, dentre eles os russos, e os chineses. Eles sabem que o Brasil é um mercado de altos e baixos, mas acreditam no seu potencial de longo prazo”, afirmou Meira. Os russos, complementou, estão entre os interessados em uma das operações do escritório envolvendo misturadoras de fertilizantes brasileiras. 

​Bonamim, da TozziniFreire, conta que das 15 operações sob assessoria do escritório, a maioria ainda não foi concluída. Elas contemplam revendas de insumos, projetos de armazenamento em terminais portuários, plantas de beneficiamento de produtos agrícolas, dentre outros negócios. Se concretizadas, somarão investimentos da ordem de R$ 6 bilhões. 

“Algumas devem ser fechadas ainda no primeiro trimestre”, estimou Bonamim. Para ele, a procura de estrangeiros por ativos brasileiros do agronegócio só deve aumentar. “As duas principais variáveis de estímulo deste cenário são os ativos baratos (devido à depreciação do real ante o dólar) e as empresas brasileiras que precisam de dinheiro. Não vejo nenhuma delas se alterando ao longo de 2016”, complementou o advogado.​​

Areas of expertise

Stay in touch

Get first-hand access to legal analysis from our specialists in different sectors through texts and podcasts. Stay on top of the main issues that impact your business.

Register

This site is registered on wpml.org as a development site.