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Mario Prada

Mario Prada
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Experiência

Possui experiência na condução de litígios administrativos e judiciais, em consultoria tributária e em advocacy tributário, para estruturação e implementação de projetos, com foco nas indústrias de petróleo e gás (desde o upstream até o downstream), energia, automotiva, tecnologia, mineração, químico, construção e telecomunicações.

Formação

Bacharelado em Direito – Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP);

Especialização em Direito Processual Civil – Escola Paulista da Magistratura;

Especialização em Direito Tributário – Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP).

Reconhecimentos

Análise Advocacia – Tributário (2019 a 2021), Energia Elétrica (2020), Tecnologia (2020), Transporte e Logística (2017), Rio de Janeiro (2017, 2019 a 2021), São Paulo (2016);

Latin Lawyer 250 – Tax (2020 – 2024);

The Legal 500 – Tax (2017 e 2019);

Chambers Brazil – Tax: Rio de Janeiro (2022 e 2023).

Único. Portal de Notícias do Mattos Filho.

Publicações de autoria

Mattos Filho na mídia

Com Mario Prada
epbr

Indústria de óleo traça estratégia judicial para derrubar taxa recriada no Rio

O setor de petróleo e gás começou o ano de 2024 em movimento para derrubar a taxa de fiscalização prevista para ser cobrada a partir de abril no estado do Rio de Janeiro.
A Taxa de Controle, Monitoramento e Fiscalização das Atividades de Exploração e Produção de Petróleo e Gás (TFPG) foi instituída por meio da lei 10.254/2023, sancionada pelo governador Cláudio Castro (PL) em 20 de dezembro.

Clique aqui e acesse a matéria publicada no EPBR.

Áreas de Atuação

O Globo

Criação de tributo nos estados preocupa mineradoras

Desde antes da aprovação da Reforma Tributária na Câmara dos Deputados, o setor de mineração vinha demonstrando preocupação com a criação de taxas e elevação de tributos sobre produtos primários pelos governos estaduais.

Clique aqui e acesse a matéria publicada no O Globo.

Áreas de Atuação

ConJur

Julgamento pode gerar segurança jurídica às operações com combustíveis

A 2ª Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) deve retomar, neste dia 1º, o julgamento do ARE 1.407.595. É uma importante oportunidade para a Corte apreciar o tema e uniformizar o entendimento sobre o adicional de ICMS aos fundos de combate à pobreza, posto que a decisão tem o potencial de gerar segurança jurídica para as operações com combustíveis, o que pode impactar o preço final da bomba.

Clique aqui e acesse o artigo publicado no ConJur.

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