Sócia

Lisa Worcman

Lisa Worcman
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Experiência

Advogada tributarista que atua com foco em consultoria para empresas das indústrias de tecnologia e entretenimento. Com expertise em direito digital, a sócia atua com essas práticas do escritório de forma a prestar um atendimento multidisciplinar aos clientes desses mercados.

 

A sócia também é sponsor do attix, iniciativa de inovação do escritório Mattos Filho, lançada em outubro de 2022.

 

Sua atuação tributária é focada em consultoria, preços de transferência (transfer pricing), aplicação de tratados internacionais, transações cross-border e estruturação de negócios de companhias estrangeiras no Brasil.

 

Já a sua atuação na área de tecnologia envolve conhecimento amplo de propriedade intelectual, direito autoral (inclusive software), das regras da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) e Agência Nacional do Cinema Nacional (Ancine), discussões referentes à regulação de vídeo on demand (VOD), streaming, música, publicidade apostas esportivas e esporte.

Formação

MBA em Gestão Econômica e Financeira – Fundação Getúlio Vargas (FGV-SP);

Especialização em Tributário – Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP);

Extensão em Entertainment Law – New York University, Nova York, EUA;

Bacharelado em Direito – Universidade Presbiteriana Mackenzie.

Reconhecimentos

Chambers Brazil – Media & Entertainment (2024 – 2025) e Gambling and Betting (2025);

Chambers Global – Media & Entertainment (2025 – 2026);

Latin Lawyer 250 – Data, Technology and Privacy Law (2020, 2022 – 2026); Telecoms & Media (2026);

Legal 500 – TMT: Media: Next Generation Partner (2022 – 2025) Leading Partner (2026);

Análise Advocacia- Tributário (2023 – 2024) Eletroeletrônico (2023 – 2024);

Análise Advocacia Mulher – Tributário (2024); Propriedade Intelectual (2023); Comunicação e Entretenimento (2024); Eletroeletrônico (2024) e São Paulo (2024);

Lexology Index Brazil – Corporate Tax (2024 – 2025).

Único. Portal de Notícias do Mattos Filho.

Publicações de autoria

Mattos Filho na mídia

Com Lisa Worcman
Capital Aberto

CMN restringe derivativos de apostas e impõe barreira ao mercado preditivo

A decisão do Conselho Monetário Nacional (CMN) de proibir derivativos atrelados a eventos não econômicos inaugura uma nova frente de debate regulatório no país ao atingir diretamente o crescente mercado preditivo.
Em vigor desde o início deste mês, a norma restringe esses instrumentos a variáveis de natureza econômico-financeira, como juros, índices de preços e commodities, excluindo contratos baseados em resultados esportivos, eleitorais ou culturais.
A medida, segundo o próprio CMN, busca preservar a integridade e a função clássica do mercado de derivativos, voltada à proteção contra riscos financeiros.
A resolução impede que plataformas e instituições financeiras ofertem contratos cujo retorno dependa de eventos incertos fora do escopo econômico tradicional, o que afeta diretamente modelos inspirados em mercados preditivos internacionais.

Clique aqui e acesse a matéria publicada no Capital Aberto.

Jota

A reforma tributária e seus impactos sobre o mercado de apostas no Brasil

A reforma tributária brasileira representa um divisor de águas para diversos setores da economia, mas seus efeitos sobre o mercado de apostas esportivas e jogos online merecem atenção especial.
A substituição do PIS/Cofins pela CBS, a criação do IBS e, sobretudo, a indefinição quanto à alíquota do imposto seletivo — o chamado “sin tax” — impõem desafios adicionais a um setor que já opera sob uma das cargas tributárias mais pesadas do mundo.Este artigo examina como a reforma tributária se soma ao complexo cenário regulatório e fiscal já existente, as oportunidades no campo do contencioso tributário e a necessidade urgente de segurança jurídica para a sustentabilidade dessa indústria.

Clique aqui e acesso o artigo publicado no Jota.

Áreas de Atuação

Jota

ARTIGO: Reforma tributária e o setor de telecomunicações

No curso da edição da Emenda Constitucional 132/2023, seguida da Lei Complementar 214/2025, diversos setores econômicos atuaram nos debates da reforma tributária sobre o consumo. O setor de telecomunicações teve pleitos específicos, tais como a instituição de um regime diferenciado de tributação – calcado na essencialidade da atividade -, absorção das contribuições setoriais pela CBS e exclusão de multas e encargos das bases de cálculo da CBS e do IBS.

Clique aqui e acesse o artigo publicado no Jota.

Áreas de Atuação

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