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Rogério Taffarello

Rogério Taffarello
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Experiência

Rogério tem larga experiência em litígios relacionados ao direito penal no âmbito empresarial, tendo intensa atuação na defesa clientes pessoas físicas e jurídicas, nacionais e estrangeiros, nas principais investigações e processos criminais do país nos últimos 15 anos. É membro, atualmente em terceiro mandato, do Conselho de Prerrogativas Profissionais da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB-SP), onde também foi membro da Comissão de Processo Penal.

 

É professor do curso de pós-graduação em direito penal econômico da Fundação Getúlio Vargas (FGV) em São Paulo e professor convidado em cursos de graduação e pós–graduação em direito penal e processual penal em diferentes instituições brasileiras, conselheiro editorial da Revista Brasileira de Ciências Criminais e da Revista de Estudos Criminais, as duas principais obras científicas brasileiras especializadas em direito penal, e autor de publicações dedicadas ao direito penal e ao processo penal no Brasil e no exterior, com ênfase em direito penal econômico.

 

Rogério foi pesquisador do Departamento de Direito Penal e Criminologia da Universidade de São Paulo (USP) e pesquisador-visitante da Universidade de Bologna (Itália), diretor do Instituto Brasileiro de Ciências Criminais (IBCCRIM) e integrante da Comissão de Assuntos Legislativos do Instituto de Defesa do Direito de Defesa (IDDD).

 

Foi referido pelo The Legal 500 como “um advogado de excelência mundial em direito penal empresarial” e há anos tem sido reconhecido entre os principais advogados criminalistas do país na área penal por pelos principais rankings nacionais e internacionais, como Chambers and Partners, Who’s Who Legal, The Legal 500, Leaders League, Latin Lawyer, Análise Advocacia, entre outros.

Formação

Pesquisador visitante na Università di Bologna (Itália);

Mestrado em direito penal – Universidade de São Paulo (USP);

Pós-graduação em direito penal econômico e europeu – Universidade de Coimbra, Portugal;

Especialização em fraudes fiscais e lavagem de dinheiro – Universidad de Castilla – La Mancha, Espanha;

Especialização em direito penal – Universidad de Salamanca, Espanha;

Bacharelado em direito – Universidade de São Paulo (USP).

Reconhecimentos

Chambers Brazil (antigo Chambers Latin America) – Dispute Resolution: White-Collar Crime (2021 – 2023);

The Legal 500 – White-Collar Crime and Investigations: Leading Individual (2022 – 2024);

Who’s Who Legal Brazil – Business Crime Defense & Investigations (2018 – 2023);

Who’s Who Legal Global – Business Crime Defense: Corporates (2018 – 2023), Business Crime Defense: Individuals (2018 – 2023);

Who’s Who Legal Thought Leaders – Global Elite – Business Crime Defence (2023), Business Crime Defence: Individuals (2023); Brazil: Business Crime Defence & Investigations (2023).

Latin Lawyer 250 – White-Collar Crime and Investigations: Leading Individual (2022 – 2024);

Best Lawyers – Corporate Criminal Law (2019, 2022);

Análise Advocacia 500 – Penal (2017 – 2024);

Global Elite Thought Leaders Business Crime Defence Brazil: Business Crime Defence Individuals (2023);

Thought Leaders Investigations Brazil: Business Crime Defence & Investigations (2023).

 

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Publicações de autoria

Mattos Filho na mídia

Com Rogério Taffarello
Poder360

Obrigatoriedade do juiz de garantias é defendida por especialistas

O STF (Supremo Tribunal Federal) formou maioria na 5ª feira (17.ago.2023) para determinar a obrigatoriedade da adoção do juiz de garantias. O mecanismo faz parte do Pacote Anticrime e determina que um magistrado fica responsável pela parte inicial do processo, na fase do inquérito, enquanto outro juiz profere a sentença.

Clique aqui e acesse a matéria publicada no Poder360.

Áreas de Atuação

ConJur

Criminalistas repudiam possível limitação do quesito genérico do Júri pelo Supremo

Instituído no Brasil há 200 anos, e recepcionado pela Constituição Federal de 1988, o Tribunal do Júri pode ter um dos seus pilares modificados pelo Supremo Tribunal Federal no próximo dia 1º de agosto. Na ocasião, o STF vai começar a julgar o Tema 1.087, que trata da possibilidade de corte de segundo grau, diante da soberania dos veredictos do Tribunal do Júri, determinar novo júri em julgamento de recurso interposto contra absolvição assentada em quesito genérico, ante suposta contrariedade à prova dos autos.

Clique aqui e acesse a matéria publicada no ConJur.

 

 

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