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Infomoney

Como CEOs Estão Preparando Empresas para a Reforma Tributária

Às vésperas de uma virada operacional, a reforma tributária está deixando de ser um projeto restrito aos departamentos fiscal e de tecnologia para entrar na agenda de CEOs, CFOs e conselhos de administração. Segundo grandes escritórios de advocacia ouvidos pela Forbes, empresas já começaram a rever contratos de longo prazo, critérios de escolha de fornecedores, políticas de preços, projeções de caixa e cláusulas de operações de fusões e aquisições.

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Áreas de Atuação

Infomoney

Carteira isenta pode render menos que a tributada sob o novo imposto de dividendos

A migração de carteiras para ativos isentos, estratégia tradicional entre investidores de alta renda, pode custar dinheiro a quem também recebe dividendos. O raciocínio mudou a partir da Lei 15.270/2025, que retomou a tributação de proventos no País após 30 anos, e criou a figura do Imposto de Renda da Pessoa Física Mínimo (IRPFM).

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Áreas de Atuação

Valor Econômico

Protocolos minimizam atritos em desapropriações para infraestrutura

Grandes projetos de infraestrutura logística começam a incluir programas de inteligência territorial para acelerar desapropriações e evitar que o histórico de planejamento insuficiente, irregularidades fundiárias, disputas judiciais e burocracia travem os empreendimentos. Nos projetos declarados como de utilidade pública ou com obras iniciadas, a aposta continuará sendo os mutirões para dar agilidade a litígios com expropriados, comunidades e ocupações ilegais.

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Áreas de Atuação

Broadcast

ARTIGO: Autoprodução de energia – o fim de uma era e o preço da transição

A decisão tomada pela diretoria da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) em 30 de junho de 2026 passou relativamente despercebida do grande público, mas marca o encerramento de um dos capítulos mais controversos do mercado livre de energia. Ao aprovar os novos procedimentos da Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE) para o enquadramento de geradores no regime de autoprodução, a agência operacionalizou seu entendimento sobre as restrições introduzidas pela Lei nº 15.269/2025 e, no caminho, reacendeu um debate clássico do direito regulatório: até onde pode ir o Estado ao redesenhar regimes jurídicos sobre os quais investimentos bilionários foram estruturados?

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Áreas de Atuação

O Estado de S. Paulo

ARTIGO: Redução de benefícios fiscais e afronta ao acesso à cultura

Ao reduzir a alíquota zero de PIS/Cofins aplicada aos livros, a Lei Complementar n.º 224/2025 impôs novo custo ao acesso à leitura no Brasil e reacendeu um debate sensível sobre os limites do ajuste fiscal diante de valores constitucionais ligados à educação, à cultura e à liberdade de informação.

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Áreas de Atuação

Jota

PGFN vai deixar de recorrer em concomitância de multas e desiste de recursos em andamento

A PGFN deixará de recorrer de decisões que afastarem a aplicação de multas isoladas por não recolhimento de estimativas mensais de IRPJ e de CSLL por concomitância com multas de ofício. Além disso, o órgão abrirá mão dos recursos já interpostos. A orientação deve ser seguida pela Receita Federal do Brasil (RFB), o que significa que o fisco deixará de lavrar autos de infração com as duas penalidades.

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Áreas de Atuação

Valor Econômico

ARTIGO: Aos 30 anos, a arbitragem brasileira ainda vale a pena

O ano de 2026 marca os 30 anos da lei que transformou a arbitragem no principal método de resolução de disputas contratuais e empresariais no Brasil. Mas, além das merecidas comemorações, esse aniversário convida a reflexões importantes sobre as críticas atuais e o futuro do instituto.
É inquestionável que, ao longo dessas três décadas, a arbitragem consolidou-se. Nas milhares de relações contratuais firmadas anualmente no país, a esmagadora maioria prevê a arbitragem como meio de solução de conflitos. O que há 30 anos era exceção, hoje é a regra.

Clique aqui e acesse o artigo publicado no Valor Econômico.

Áreas de Atuação

Folha de S.Paulo

Em alta, mercado de aluguel se prepara para novas regras da reforma tributária

A família de Malise Máximo administra oito imóveis de aluguel na zona leste de São Paulo, a maioria residencial de baixa renda e outra parte comercial, como um galpão de oficina e uma clínica. O patrimônio foi construído pelo sogro dela, imigrante português, num modelo comum de bairro: comércio embaixo, sobradinhos em cima.

Clique aqui e acesse a matéria publicada na Folha de S. Paulo.

Áreas de Atuação

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