Profissionais
Marina Procknor
Áreas de atuação
Experiência
Marina atua com foco em uma grande variedade de transações de private equity e venture capital, além da indústria de fundos de investimento. Dedica-se, também, à questões de ESG (Environmental, Social, Governance), sendo precursora da área no mercado jurídico brasileiro. Ela representa instituições financeiras, gestores, startups e investidores, em operações de aquisição, financiamento e alienação de ativos, bem como na formação e capitalização de fundos de investimento, incluindo fundos de private equity, venture capital, recursos naturais, carbono, imobiliário, distressed assets e ETF, entre outros.
Em 2013, foi reconhecida pelo Latin Lawyer como uma das mulheres mais inspiradoras do mercado jurídico na América Latina. Também apoia iniciativas de negócios sociais e investimentos de impacto por meio de seu trabalho pro bono em parceria com o professor Muhammad Yunus.
Marina é membra do conselho diretivo da ABVCAP.
Formação
Bacharelado em Direito – Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP);
Especialização em Administração de Empresas – Northwestern University, EUA;
Mestrado em Direito (LL.M.) – Northwestern University School of Law, EUA.
Reconhecimentos
Chambers Brazil – Investment Funds (2020 – 2025); ESG (2022 – 2025); Capital Markets (2010; 2019); Agribusiness (2017 – 2019);
Chambers Global – Investment Funds (2021 – 2023 – 2026); ESG (2023 – 2026);
LACCA Approved – Capital Markets (2015);
Latin Lawyer 250 – Private Equity (2012, 2020 – 2026); Banking & Finance (2014, 2020 – 2026);
Legal 500 – Capital Markets (2012 – 2013, 2015);
Análise Advocacia 500 – Operações Financeiras (2019, 2022 e 2023); Financeiro (2019); São Paulo (2023);
Análise Advocacia Mulher – Operações Financeiras (2021 – 2024); Financeiro (2023) Imobiliário (2021); Eletroeletrônico (2024); Tecnologia (2023 – 2024) e São Paulo (2023 – 2024)
IFLR 1000 – Private Equity; Investment funds: Highly Regarded (2022 – 2025); Investment Funds (2025) Women Leader (2023); Capital Markets: Debt (2016; 2021); Project Finance (2021);
Lexology Index Brazil – Capital Markets (2014), Private Funds (2015 – 2025);
Lexology Index Global – Private Funds (2019, 2021 – 2023);
Lexology Index Thought Leaders – Brazil (2020); Brazil – Private Funds (2021 – 2023).
Tendências e oportunidades no setor de tecnologia
Assuntos:
Senado aprova PL que cria nova modalidade contratual para startups
Assuntos:
Venture capital no Brasil: termos jurídicos e discussões contratuais típicas da indústria
Assuntos:
CMN altera lastros elegíveis e prazos de vencimento de letras de créditos imobiliárias e do agronegócio
Assuntos:
Pix Automático: novo produto permitirá pagamentos recorrentes de forma automática
Assuntos:
ARTIGO: O mundo do capital privado quer voltar ao Brasil. Estamos prontos?
Passei a semana de 11 de maio em Nova York, em conversas com bancos de investimento, gestores e alocadores globais (a famosa Brazil Week), e voltei com uma impressão clara: o apetite internacional pelo Brasil é real, e maior do que em qualquer momento dos últimos anos.
A lógica por trás desse interesse tem pouco a ver com o noticiário de curto prazo e muito com uma mudança de para onde o dinheiro do mundo está indo. A tensão entre Estados Unidos e China não cedeu, tarifas vêm reorganizando cadeias produtivas, e os conflitos e guerras seguem imprevisíveis, sem prazo para acabar. O fluxo para emergentes excluindo a China vem se recuperando de forma consistente, e o Brasil voltou a aparecer com força nessa lista. Há, ao mesmo tempo, um volume de capital comprometido e ainda não investido sem precedentes: só na indústria global de private equity, o chamado “dry powder” (capital que investidores já se comprometeram a aportar, mas que os fundos ainda não chamaram) chega a cerca de US$ 3,7 trilhões, segundo a Preqin, quase o dobro de 2019. Esse dinheiro precisa, em algum momento, encontrar destino.
Clique aqui e acesse o artigo publicado no Valor Investe.
Áreas de Atuação
Entre BC e CVM: casos Master e Carbono Oculto reacendem debate sobre papel dos reguladores
Os casos Banco Master, Reag e a Operação Carbono Oculto colocaram em evidência um problema que vai além das investigações em curso: a forma como o Brasil divide a regulação entre Banco Central (BC) e Comissão de Valores Mobiliários (CVM). Para quem investe em fundos, debêntures e outros produtos do mercado de capitais, a discussão importa porque toca num ponto sensível: quem fiscaliza o quê, quem responde quando há falhas e se a estrutura atual dá conta de riscos cada vez mais complexos.
Clique aqui e acesse a matéria publicada no Valor Investe.
Áreas de Atuação
ARTIGO: Fundos imobiliários – por que a consolidação não avança no Brasil?
O mercado brasileiro de fundos de investimento imobiliário (FIIs) amadureceu, mas não se consolidou. Após mais de duas décadas, centenas de fundos listados e milhões de investidores, a indústria ainda carece de escala, liquidez e eficiência. O problema não é econômico — é estrutural e regulatório.
Clique aqui e acesse o artigo publicado no InfoMoney.
Áreas de Atuação
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