Sócio

Tomás Oliveira

Tomás Oliveira

Experiência

Atua com questões voltadas a tributação corporativa e internacional, com foco em operações de fusões e aquisições, reorganizações societárias, estruturação de investimentos estrangeiros no Brasil, estruturação de dívidas, estruturação de investimentos em fundos de investimento, além de prestar consultoria em temas tributários e de remuneração de executivos.

Formação

Bacharelado em Direito – Universidade de São Paulo (USP);

Mestrado em Direito (LL.M.) em Direito Tributário Internacional – King’s College, Londres.

Único. Portal de Notícias do Mattos Filho.

Publicações de autoria

Mattos Filho na mídia

Com Tomás Oliveira
InvestNews

Ações preferenciais resgatáveis voltam ao mercado com mudança na tributação de dividendos

Nos últimos meses, um termo pouco conhecido até entre investidores experientes voltou ao centro do debate no mercado de capitais brasileiro: as ações preferenciais resgatáveis. O instrumento reapareceu com força em emissões recentes e grandes reorganizações societárias, em um contexto marcado pela transição das regras de tributação de dividendos no país e pela busca das companhias por alternativas previstas em lei.

Clique aqui e acesse a matéria publicada no InvestNews.

Áreas de Atuação

Jota

MP 1.303 gera debate sobre falta de previsibilidade na tributação de investimentos

A Medida Provisória 1.303, editada pelo governo em junho de 2025 com alternativas ao aumento de IOF, mexeu com um dos pilares mais sensíveis do mercado: a previsibilidade das regras tributárias. Ao alterar a forma de tributação de aplicações financeiras, a MP abriu debate entre advogados e investidores sobre a previsibilidade das normas.

Clique aqui e acesse a matéria publicada no Jota.

Áreas de Atuação

Folha de S.Paulo

Norma da Receita contra crime organizado deve afetar principalmente fintechs menores

A nova regra da Receita Federal para reforçar ações contra o crime organizado obriga todas as instituições de pagamento a prestarem informações sobre transações, uma determinação seguida por grande parte das instituições financeiras há mais de 20 anos.
As fintechs maiores já entregavam a declaração ao fisco de forma voluntária, e também eram obrigadas pelos órgãos competentes a repassar outras informações, como transações de cartão de crédito, segundo um integrante da equipe econômica e especialistas ouvidos pela Folha.

Clique aqui e acesse a matéria publicada na Folha de S. Paulo.

Áreas de Atuação

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