Profissionais
Thiago Jabor Pinheiro
Áreas de atuação
Experiência
Thiago assessora clientes nacionais e estrangeiros em uma ampla variedade de assuntos de ética corporativa e de direito público, com foco em investigações internas, investigações do poder público, e gestão de crises corporativas.
Tem experiência na coordenação de investigações internas e no aconselhamento a conselhos de administração, comitês de auditoria, e administradores em resposta a alegações de ilícitos corporativos de diversas naturezas, incluindo temas Ambientais, Sociais e de Governança (ASG).
Representa clientes perante órgãos públicos para a defesa em processos sancionadores ou a negociação de acordos, incluindo acordos de leniência e de não-persecução.
Atua na condução de auditorias de integridade em fusões, aquisições e ofertas públicas de ações, e de análises de riscos em temas de direito público e contratação pública, incluindo licitações, consórcios e concessões.
Auxilia clientes na estruturação e implementação de políticas e procedimentos de integridade anticorrupção e de prevenção à lavagem de dinheiro.
É membro do Comitê Internacional do escritório, e um dos coordenadores do nosso grupo de Investigações Corporativas. Trabalhou como advogado estrangeiro no escritório Sullivan & Cromwell LLP em Nova York.
Thiago atua como Officer do Comitê Anticorrupção da International Bar Association (IBA), é membro Efetivo da Comissão de Anticorrupção e Compliance do Instituto Brasileiro de Direito Empresarial (IBRADEMP), membro do Comitê de Compliance e Investigações do Instituto Brasileiro de Estudos de Concorrência, Consumo e Comércio Internacional (IBRAC) e Board Member da Brazil–U.S. 40 and Under White Collar Lawyers Initiative.
Formação
Bacharelado em Direito – Universidade de Brasília (UnB);
Mestrado em Direito, Estado e Constituição – Universidade de Brasília (UnB);
LL.M – Harvard Law School, EUA;
Doutorando em Direito – Escola de Direito da Fundação Getúlio Vargas em São Paulo (FGV).
Reconhecimentos
Chambers Brazil – Compliance (2016 – 2026);
Chambers Global – Compliance (2018 – 2026);
Legal 500 – Compliance (2026);
Latin Lawyer 250 – White-Collar Crime and Compliance (2016 – 2018) e Anti-Corruption & Compliance (2019 – 2026);
Análise Advocacia – Compliance (2018 – 2026) e São Paulo (2020 – 2022, 2025 – 2026);
GIR – Investigations (2021 – 2025);
Lexology Index Brazil – Business Crime Defense & Investigations (2019 – 2025) e Thought Leaders: Business Crime Defense & Investigations (2022 – 2025);
Lexology Index Global – Global Elite Thought Leader: Investigations (2021 – 2025) e Business Crime Defense: Corporates (2022, 2023 – 2025).
CGU anuncia novas medidas para fortalecer a agenda de integridade
Assuntos:
PCC e CV designados como organizações terroristas pelos EUA: impactos no Brasil
Compliance e Ética Corporativa: perspectivas para 2026
Assuntos:
COAF em Perspectiva 2025
Assuntos:
Alerta para setores obrigados: prazo final para envio da CNO ao COAF
Assuntos:
Decisão americana sobre PCC pode levar bancos a apertar restrições
Bancos e outras empresas financeiras que operam no Brasil poderão começar a adotar, por conta própria, políticas mais restritivas na sua relação com clientes.
A avaliação de participantes do setor ouvidos pelo Valor é que esse pode ser o caminho adotado por algumas instituições como resposta à decisão do governo dos EUA de classificar as duas maiores facções criminosas do Brasil, PCC e Comando Vermelho, como organizações terroristas.
Bancos no Brasil já adotam políticas rigorosas de prevenção à lavagem de dinheiro e ao financiamento ao terrorismo (PLD FT). Mas reconhecem que não têm capacidade para rastrear em profundidade 100% de seu clientes.
Clique aqui e acesse a matéria publicada no Valor Econômico.
Áreas de Atuação
EUA passam a tratar PCC e CV como terroristas a partir de hoje: o que muda
Entra em vigor nesta sexta-feira (5) a designação do PCC (Primeiro Comando da Capital) e do CV (Comando Vermelho) como Organizações Terroristas Estrangeiras (FTO, na sigla em inglês) pelos Estados Unidos.
Clique aqui e acesse a matéria publicada na CNN Brasil.
Áreas de Atuação
PCC x CV: Empresas terão que redobrar controles internos, diz especialista
O Departamento de Estado dos Estados Unidos classificou o Primeiro Comando da Capital (PCC) e o Comando Vermelho (CV) como “Terroristas Globais Especialmente Designados”. A medida, anunciada na última quinta-feira (28), impõe novos desafios às empresas brasileiras, que precisarão redobrar seus controles internos para evitar exposição à legislação americana.
Em entrevista ao Agora CNN, Thiago Jabor Pinheiro, sócio do Mattos Filho, analisou os impactos práticos da designação para o ambiente corporativo brasileiro, destacando a abrangência do conceito jurídico que fundamenta as possíveis sanções.
Clique aqui e acesse a entrevista veiculada na CNN Brasil.
Áreas de Atuação
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