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Análise Advocacia 500 divulga ranking

13Nov2017Nov13,2017
Consultor Jurídico

​Por Sergio Rodas

O Pinheiro Neto Advogados é o escritório full service mais admirado do Brasil, segundo o levantamento Análise Advocacia 500. Em seguida estão, nessa ordem, Mattos Filho, Veiga Filho, Marrey Jr. e Quiroga Advogados e Machado, Meyer, Sendacz e Opice Advogados.

Nas bancas especializadas, a líder entre as mais admiradas foi a Dinamarco, Rossi, Beraldo & Bedaque Advocacia. Na sequência estão Lopes Pinto, Nagasse Advogados; Kasznar Leonardos Advogados; Pinheiro Guimarães Advogados e Sacha Calmon Misabel Derzi Consultores e Advogados.

Maiores bancas
Ainda no ramo full service, os cinco maiores escritórios do Brasil por número de advogados são, nessa ordem: Nelson Wilians & Advogados Associados (1560), Siqueira Castro Advogados (889), TozziniFreire Advogados (552), Pinheiro Neto (485) e Mattos Filho (468).

Perfil das bancas e dos advogados
Dos 666 escritórios que responderam à pesquisa da Análise Advocacia 500, 11% são bancas full service, 42% são especializadas e 47% abrangentes. Desse total, 30% têm até 10 anos, 28% até 20 anos e 14% mais de quatro décadas.

A maioria dessas bancas (76%) fica na região Sudeste. 

Os homens continuam sendo maioria nos escritórios, representando 76% de toda a força de trabalho. E, na média, os profissionais mais admirados têm 22 anos de atuação na área e 47 de idade.

Entre os advogados, 42% têm mestrado e outros 18% doutorado. Desses, 27% tornaram-se mestres no exterior — 55% escolhem os EUA. Entre os 13% que se formaram doutores em outro país, a maior parte (28%) escolheu a Alemanha para estudar.

Reputação x experiência
Para os representantes jurídicos consultados na pesquisa, a reputação do escritório pesa mais que a experiência da banca no ramo de atuação. Enquanto 91% disseram que terceirizam serviços jurídicos considerando o renome, 84% afirmaram que a especialização é um fator muito importante.

O levantamento também mostrou um paradoxo. Apesar de 50% dos entrevistados afirmarem que o valor cobrado de honorários tem sido alto, apenas 6% dos que romperam contratos com bancas terceirizadas citaram os preços como justificativa.

Dos 49% que romperam contratos em 2016, 27% justificaram a medida citando a qualidade dos serviços. Dos 33% que cogitam acabar com os acordos, 19% também citaram os trabalhos prestados como justificativa.

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